Páginas

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Morre Benito di Paula


 Benito di Paula, nome artístico de Uday Vellozo, foi um dos maiores cantores, compositores e pianistas da música popular brasileira. Nascido em Nova Friburgo (RJ) em 28 de novembro de 1941, ele faleceu recentemente em São Paulo, em 18 de outubro de 2026, aos 84 anos, após travar uma batalha contra o câncer. [1, 2]

O artista consolidou uma carreira brilhante com mais de 35 discos gravados e cerca de 50 milhões de cópias vendidas mundialmente. Ele se tornou o grande ícone e criador do estilo conhecido como samba-joia (ou sambão-joia), vertente que modernizou o gênero ao fundir o samba tradicional com o piano, arranjos românticos, boleros e influências do jazz. [1, 2, 3, 4]
Principais Sucessos
Ao longo das décadas de 1970 e 1980, Benito emplacou uma sequência memorável de clássicos nas rádios brasileiras:

Morre Lua blanco


 A atriz e cantora brasileira Lua Blanco faleceu no dia 18 de outubro de 2026, aos 39 anos, no Rio de Janeiro. Ela lutava contra um câncer de intestino que havia sido diagnosticado há alguns meses. [1, 2, 3]

Nascida em São Paulo, no dia 5 de março de 1987, Lua Blanco veio de uma família com forte tradição musical — era filha do músico Billy Blanco Jr. e neta de Billy Blanco, um dos grandes precursores da Bossa Nova. Ela conquistou enorme projeção nacional e marcou uma geração ao interpretar a protagonista Roberta Messi na adaptação brasileira da telenovela Rebelde (exibida pela RecordTV entre 2011 e 2012), além de ter integrado o grupo musical derivado da trama. [1, 2, 3]
Carreira e Destaques
  • Televisão: Além de Rebelde, integrou elencos de outras produções de destaque, como Três Irmãs (2008), Malhação (2009), Pecado Mortal (2013) e A Força do Querer (2017). [1, 2, 3, 4]
  • Música: Paralelamente ao sucesso fonográfico do grupo Rebeldes, liderou o projeto Lua Blanco e a Órbita e lançou seu álbum de estúdio solo, intitulado Mão no Sonho, em 2016. [1, 2]
  • Teatro e Cinema: Participou de grandes espetáculos musicais, como O Despertar da Primavera e Se Eu Fosse Você – O Musical, além de atuar em filmes de comédia nacional como Socorro, Virei uma Garota! (2019). [1, 2]
O falecimento precoce da artista gerou grande comoção nas redes sociais e na classe artística, recebendo diversas homenagens de fãs e de seus antigos colegas de elenco

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Feliz dia das Crianças

Feliz Dia das Crianças! Que o dia de hoje seja repleto de sorrisos, brincadeiras, imaginação e momentos inesquecíveis em família. Hoje é a data perfeita para celebrar a pureza e a alegria dos pequenos, e também para recordar a criança que existe dentro de cada adulto. [1, 2, 3]
Se você está procurando uma mensagem especial para compartilhar com quem ama neste 12 de outubro, aqui estão algumas opções inspiradoras

 

sábado, 12 de setembro de 2026

100 livros clássicos para ler antes de morrer

 1984 – George Orwell (1949)

A Cidade e as Serras – Eça de Queiroz (1901)

A Colméia – Camilo José Cela (1951)

A Condição Humana – André Malraux (1933)

A consciência de Zeno – Italo Svevo (1923)

A Estrada de Flandres – Claude Simon (1960)

A Invenção de Morel – Adolfo Mioy Casares (1940)

Laranja Mecânica – Anthony Burgess (1962)

A Modificação – Michel Butor (1957)

A Montanha Mágica – Thomas Mann (1924)

A morte de Artemio Crus – Carlos Fuentes (1962)

A morte de Virgilio – Hermann Broch (1945)

A náusea – Jean-Paul Sartre (1938)

A Peste – Albert Camus (1947)

A Sangue Frio – Truman Capote (1966)

À Sombra do Vulcão – Malcolm Lowry (1947)

A Tigela dourada – Henry James (1904)

A Vida: Modo de usar – Georges Perec (1978)

Absalão, Absalão – William Faulkner (1936)

Admirável Mundo Novo – Aldous Huxley (1932)

América – Franz Kafka (1927)

Ao Farol – Virginia Woolf (1929)

Aquela Confusão Louca da Via Merulana – Carlo Emilio Gadda (1957)

As asas da Pomba – Henry James (1902)

As Vinhas da Ira – John Steinbeck (1939)

Auto da Fé – Elias Canneti (1935)

Berlin Alexanderplatz – Alfred Döblin (1929)

Cavalaria Vermelha – Isaaac Babel (1926)

Cem Anos de Solidão – Gabriel Garcia Márques (1967)

Cidades Invisíveis – Italo Calvino (1972)

Complexo de Portnoy – Philip Roth (1969)

Coração das Trevas – Joseph Conrad (1902)

Don segundo sombra – Ricardo Güiraldes (1926)

Doutor Fausto – Thomas Mann (1947)

Doutor Jivago – Boris Pasternak (1957)

Em busca do Tempo Perdido – Marcel Proust (1913-27)

Enquanto Agonizo – William Faulkner (1930)

Finnegan’s Wake – James Joyce (1937)

Fogo Pálido – Vladimir Nabokov (1962)

Fontamara – Ignazio Silone (1930)

Grande Sertão: Veredas – Guimarães Rosa (1956)

Herzog – Saul Bellow (1964)

Jean Christophe – Romain Rolland (1902 -12)

José e seus irmãos – Thomas Mann (1933-43)

Judeus sem Dinheiro – Michael Gold (1930)

Lolita – Vladimir Nabokov (1958)

Lord Jim – Joseph Conrad (1900)

Luz em Agosto – William Faulkner (1932)

Macunaíma – Mário de Andrade (1928)

Malone Morre – Simon Beckett (1951)

Memorial do Convento – José Saramago (1982)

Memórias de Adriano – Marguerite Yourcenar (1951)

Molloy – Simon Beckett (1951)

Morte a crédito – Louis- Ferdinand Céline (1936)

Mrs. Dalloway – Virginia Woolf (1925)

Nós – Evgueni Ivanovitch (1924)

Nostromo – Joseph Conrad (1904)

O Amante de Lady Chatterley – D.H. Lawrence (1928)

O anão – Pär Lagerkvist (1944)

O Apanhador no Campo de Centeio – J.D. Salinger (1951)

O bosque das ilusões perdidas – Alain Fournier (1913)

O Castelo – Franz Kafka (1926)

O Ciúme – Allain Robbe-Grillet (1957)

O Deserto de Tártaros – Dino Buzzati (1940)

O Estrangeiro – Albert Camus (1942)

O Grande Gatsby – Scott Fitzgerald (1925)

O Homem sem qualidades – Robert Musil (1930-43)

O imoralista – Andre Gide (1902)

O Inominável – Samuel Buckett (1953)

O Jogo da Amarelinha – Julio Cortázar (1963)

O Jovem Törless – Rober Musil (1906)

O Leopardo – Tomaso di Lampedusa (1958)

O Lobo da Estepe – Herman Hesse (1927)

O Mestre e a Margarida – Mikhail Ulgakóv Afanasevitch (1940)

 O processo – Franz Kafka

O Quarteto de Alexandria – Lawrence Durrel (1957-60)

O Século das Luzes – Alejo Carpentier (1962)

O Senhor Presidente – Miguel Ángel Asturias (1946)

O Som e a Fúria – William Faulkner (1929)

O Tambor – Günter Grass (1959)

O Visconde Partido ao Meio – Italo Calvino (1952)

Orlando – Virginia Woolf (1928)

Os Cadernos de Maltes Laurids Bridge – Rainer Maria Rilke (1910)

Os cus de Judas – Antonio Lobo Antunes (1980)

Os Embaixadores – Henry James (1903)

Os Moedeiros Falsos – Andre Gide (1925)

Os Thibault – Roger Martin Du Gard (1921-40)

Paraíso – Jose Lezama Lima (1960)

Paralelo 42 – John dos Passos

Passagem para a Índia – E. M. Forster (1924)

Pedro Páramo – Juan Rulfo (1955)

Retrato do Artista quando Jovem – James Joyce (1917)

Revolução do Bichos – George Orwell (1945)

Santuário – Willian Faulkner (1931)

Satã em Gorai – Isaac B. Singer (1934)

Trópico de Cancer – Henry Miller (1934)

Ulisses – James Joyce (1922)

Uma Tragédia Americana – Theodore Dreiser (1925)

Viagem ao fim da noite – Louis- Ferdinand Céline (1932)

Zazie no Metrô – Raymond Queneau (1959)