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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Feliz dia das Crianças

Feliz Dia das Crianças! Que o dia de hoje seja repleto de sorrisos, brincadeiras, imaginação e momentos inesquecíveis em família. Hoje é a data perfeita para celebrar a pureza e a alegria dos pequenos, e também para recordar a criança que existe dentro de cada adulto. [1, 2, 3]
Se você está procurando uma mensagem especial para compartilhar com quem ama neste 12 de outubro, aqui estão algumas opções inspiradoras

 

sábado, 12 de setembro de 2026

100 livros clássicos para ler antes de morrer

 1984 – George Orwell (1949)

A Cidade e as Serras – Eça de Queiroz (1901)

A Colméia – Camilo José Cela (1951)

A Condição Humana – André Malraux (1933)

A consciência de Zeno – Italo Svevo (1923)

A Estrada de Flandres – Claude Simon (1960)

A Invenção de Morel – Adolfo Mioy Casares (1940)

Laranja Mecânica – Anthony Burgess (1962)

A Modificação – Michel Butor (1957)

A Montanha Mágica – Thomas Mann (1924)

A morte de Artemio Crus – Carlos Fuentes (1962)

A morte de Virgilio – Hermann Broch (1945)

A náusea – Jean-Paul Sartre (1938)

A Peste – Albert Camus (1947)

A Sangue Frio – Truman Capote (1966)

À Sombra do Vulcão – Malcolm Lowry (1947)

A Tigela dourada – Henry James (1904)

A Vida: Modo de usar – Georges Perec (1978)

Absalão, Absalão – William Faulkner (1936)

Admirável Mundo Novo – Aldous Huxley (1932)

América – Franz Kafka (1927)

Ao Farol – Virginia Woolf (1929)

Aquela Confusão Louca da Via Merulana – Carlo Emilio Gadda (1957)

As asas da Pomba – Henry James (1902)

As Vinhas da Ira – John Steinbeck (1939)

Auto da Fé – Elias Canneti (1935)

Berlin Alexanderplatz – Alfred Döblin (1929)

Cavalaria Vermelha – Isaaac Babel (1926)

Cem Anos de Solidão – Gabriel Garcia Márques (1967)

Cidades Invisíveis – Italo Calvino (1972)

Complexo de Portnoy – Philip Roth (1969)

Coração das Trevas – Joseph Conrad (1902)

Don segundo sombra – Ricardo Güiraldes (1926)

Doutor Fausto – Thomas Mann (1947)

Doutor Jivago – Boris Pasternak (1957)

Em busca do Tempo Perdido – Marcel Proust (1913-27)

Enquanto Agonizo – William Faulkner (1930)

Finnegan’s Wake – James Joyce (1937)

Fogo Pálido – Vladimir Nabokov (1962)

Fontamara – Ignazio Silone (1930)

Grande Sertão: Veredas – Guimarães Rosa (1956)

Herzog – Saul Bellow (1964)

Jean Christophe – Romain Rolland (1902 -12)

José e seus irmãos – Thomas Mann (1933-43)

Judeus sem Dinheiro – Michael Gold (1930)

Lolita – Vladimir Nabokov (1958)

Lord Jim – Joseph Conrad (1900)

Luz em Agosto – William Faulkner (1932)

Macunaíma – Mário de Andrade (1928)

Malone Morre – Simon Beckett (1951)

Memorial do Convento – José Saramago (1982)

Memórias de Adriano – Marguerite Yourcenar (1951)

Molloy – Simon Beckett (1951)

Morte a crédito – Louis- Ferdinand Céline (1936)

Mrs. Dalloway – Virginia Woolf (1925)

Nós – Evgueni Ivanovitch (1924)

Nostromo – Joseph Conrad (1904)

O Amante de Lady Chatterley – D.H. Lawrence (1928)

O anão – Pär Lagerkvist (1944)

O Apanhador no Campo de Centeio – J.D. Salinger (1951)

O bosque das ilusões perdidas – Alain Fournier (1913)

O Castelo – Franz Kafka (1926)

O Ciúme – Allain Robbe-Grillet (1957)

O Deserto de Tártaros – Dino Buzzati (1940)

O Estrangeiro – Albert Camus (1942)

O Grande Gatsby – Scott Fitzgerald (1925)

O Homem sem qualidades – Robert Musil (1930-43)

O imoralista – Andre Gide (1902)

O Inominável – Samuel Buckett (1953)

O Jogo da Amarelinha – Julio Cortázar (1963)

O Jovem Törless – Rober Musil (1906)

O Leopardo – Tomaso di Lampedusa (1958)

O Lobo da Estepe – Herman Hesse (1927)

O Mestre e a Margarida – Mikhail Ulgakóv Afanasevitch (1940)

 O processo – Franz Kafka

O Quarteto de Alexandria – Lawrence Durrel (1957-60)

O Século das Luzes – Alejo Carpentier (1962)

O Senhor Presidente – Miguel Ángel Asturias (1946)

O Som e a Fúria – William Faulkner (1929)

O Tambor – Günter Grass (1959)

O Visconde Partido ao Meio – Italo Calvino (1952)

Orlando – Virginia Woolf (1928)

Os Cadernos de Maltes Laurids Bridge – Rainer Maria Rilke (1910)

Os cus de Judas – Antonio Lobo Antunes (1980)

Os Embaixadores – Henry James (1903)

Os Moedeiros Falsos – Andre Gide (1925)

Os Thibault – Roger Martin Du Gard (1921-40)

Paraíso – Jose Lezama Lima (1960)

Paralelo 42 – John dos Passos

Passagem para a Índia – E. M. Forster (1924)

Pedro Páramo – Juan Rulfo (1955)

Retrato do Artista quando Jovem – James Joyce (1917)

Revolução do Bichos – George Orwell (1945)

Santuário – Willian Faulkner (1931)

Satã em Gorai – Isaac B. Singer (1934)

Trópico de Cancer – Henry Miller (1934)

Ulisses – James Joyce (1922)

Uma Tragédia Americana – Theodore Dreiser (1925)

Viagem ao fim da noite – Louis- Ferdinand Céline (1932)

Zazie no Metrô – Raymond Queneau (1959)